sexta-feira, 17 de junho de 2011

Projeto 'novo Barça' de sheik qatari reacende paixão da torcida do Málaga

ÉÉÉÉÉ brother, esses sheiks da Árabia tão gastando dinheiro no futebol hein?

Depois de adquirir o Málaga por € 36 milhões (R$ 82,4 milhões) em junho de 2010, o sheik Abdullah bin Nasser bin Abdullah Al Ahmed Al Thani caiu nas graças dos torcedores e reacendeu a paixão deles pelo clube e pelo esporte.
O projeto megalomaníaco de transformar o time em uma espécie de "Novo Barcelona" passa por uma reformulação completa, e conta com o apoio massivo da torcida. Para o malaguista, Pablo Torres, os fãs tem muito carinho pelo sheik, tanto que fizeram longas filas para se filiar no programa de sócios. - Penso que cedo ou tarde seremos grandes. Ele é muito sério com esse projeto. O que ele está fazendo pelo clube e pela cidade de Málaga não tem preço. Ele já ganhou a torcida toda, porque a relação é muito boa. No primeiro dia de campanha para novos sócios, a fila no estádio dava voltas, teve gente acampada toda a noite para conseguir se associar logo cedo. Estamos acreditando muito porque é um sonho que virou realidade - disse, em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM.



Al Thani está investindo pesado em reforços: são € 98 milhões (R$ 225 milhões) para contratar. O qatari já começou a sua investida por grandes nomes quando anunciou o brasileiro Júlio Baptista (Roma) e o argentino Demichelis (Bayern) em dezembro do ano passado. O jogadores caíram como uma luva na equipe e ajudaram o Málaga a terminar o Campeonato Espanhol na 11ª colocação, após um início ruim. No fim da última temporada, ele fechou com os holandeses Ruud van Nistelrooy e Mathijsen (Hamburgo), com o francês Toulalán (Lyon) e com o argentino Diego Buonanotte (River Plate), Nacho Monreal (Osasuna). Além disso, o dirigente negocia com o brasileiro Lúcio (Inter de Milão), Lucho González (Marselha), Pastore (Palermo) e Joaquín (Valencia)

Espelho do Barça até no patrocínio

Para deixar o Málaga cada vez mais parecido com o clube de Pep Guardiola. O sheik Al Thani tomou uma medida ousada. Ele trocou a marca esportiva Li-Ning pela Nike, a mesma do Barcelona. Quanto ele recebeu por isso? Nada. O qatari pagou para ter o logo da empresa americana na camisa. Mesmo assim, a torcida aprovou a iniciativa.

- É um grande passo trocar a marca esportiva por uma das maiores do mundo - opinou Pablo.

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